A 26ª Seunit abriu com um show de jazz com a “After Hour Jazz Band” já no Centro Cultural (foi neste ano que inauguraram o Catiguria “oficial” dos últimos 15 anos). No primeiro sábado aconteceu um almoço de confraternização dos amigos, universitários e ex-universitários, além de um encontro de Dança. Teve exposição de cães, encontro de corais, palestra com o Lannoy Dorin e com Guilherme Afif Domingos e as peças “O Despertar da Primavera” (foto) com o Grupo Quo/Ação de São José do Rio Pardo e “A Paixão Segundo a Traição” com o Grupo Curtura.
A 27ª edição, sob presidência da segunda mulher a assumir o CUT (Teresa Cristina Cabral Santana – a anterior tinha sido a Rosana de Pádua Bretas, em 1984) também teve Almoço de Confraternização no Ipê Tênis Clube e as peças “O Defunto”, de Mococa, “O Feitiço” com o Grupo Senzala e “Com os Olhos Voltados para o Oriente”, marcando a estréia teatral do ator André Casaca, no espetáculo do Grupo Curtura.
A banda de Jazz volta a Tambaú e João do Prado mostra talento no Catiguria. Um Encontro de Dança completou a festa.
A 28ª edição trouxe um grande show de MPB: Sá & Guarabira e levou 2.000 pessoas ao Ginásio de Esportes “Teté Uliana”. A Seunit já tinha condições de ter grandes públicos. Muitos shows passaram pelo Catiguria. João do Prado abriu e encerrou a Seunit e a área cênica ganhou uma comédia de Piracicaba: “As Desgraças de uma Criança” e o espetáculo “O Poeta e a Estátua” com o Curtura.
No ano seguinte, 1992, o sonho é novamente a sede própria do CUT e novamente não se concretiza. Show e palestras na programação, além das peças “A Morte Bate à Porta” de Woody Allen, “Como a Lua” e “Sexo dos Anjos” marcando a estréia da Cia. Texc de Teatro de Araraquara em Seunits.
Os primeiros anos no Centro Cultural foram memoráveis, pq eu já não me considerava "molecada" (mas ainda era, óbvio, que pretensão), e a turma toda estava mais unida que nunca... a arte era conseguir entrar pagando "pacote": como éramos em 9 (+ ou -), só umas 4 ou 5 pagavam por noite, as outras iam na faixa... saudades dos tempos "amadores", sem pulseirinhas... nem era maldade, era falta de grana mesmo, hahaha, mas compensávamos no bar... no fim era negócio pra todo mundo...
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