Segundo o criador da Seunit, José Ristum (foto), a Semana Universitária Tambauense surgiu de uma reunião na Sociedade Amigos de Tambaú – SAT, que era onde os universitários se reuniam quando vinham para Tambaú nas férias de julho. Em uma dessas conversas tiveram a idéia de fazer algo neste mês, para que pudessem trazer atrações que viam nas faculdades e que o povo de Tambaú não estava acostumado a presenciar. Traziam teatros, palestras, shows e muita gente para Tambaú. Conversaram com o Dr. Lara, presidente do clube na época e a Seunit deu a largada para sua grandiosa história.Na primeira Seunit podemos destacar a presença de um jogral da cidade de Rio Claro e a realização do Baile da Rainha dos Universitários (foto), que durante tantos anos foi uma tradição da Semana Universitária.
De 25 a 31 de Julho de 1965 aconteceu a 2ª Seunit, que além de apresentar teatro (“Se o Anacleto Soubesse”), show, conferências e as “brincadeiras dançantes” na SAT; promoveu uma gincana, realizada no E.C. União, em benefício da construção do Santuário Nossa Senhora Aparecida.
No cartaz de programação deste ano vale recordar que já havia uma citação, ou um slogan, da Seunit do próximo ano.
De 1966 a 1972 os registros de acontecimentos da Seunit foram perdidos e não foi possível encontrar material referente à esta época – reflexo do descuido e da falta da tal sede própria – se bem que o Clube Universitário deixou de existir há muito tempo, ninguém precisa mais de sede própria. O que existe hoje é uma Diretoria que promove a Seunit dias antes da data inicial. Não há mais sócios, carteirinhas, mensalidades e estatutos.
Em 1973 a 10ª Seunit inicia-se com a ex-tradicional Boate Bolinha – que tem esse nome porque a decoração da SAT nos primórdios da “boate” era feita com bolas coloridas e um cara chegou e disse que aquilo estava parecendo o Clube do Bolinha (e que acabou batizando o salão menor da SAT). Hoje o Bolinha fundiu-se ao Catiguria. Um destaque neste ano foi a presença do jornalista tambauense Joelmir Betting.
Em 1974 o CUT marcou sua trajetória em Tambaú literalmente: colocou um marco na praça Santo Antônio em homenagem à imigração italiana na cidade. “O Pequeno Príncipe”, com um grupo de Cajuru foi atração nos palcos, ao lado de dois outros grupos de Ribeirão Preto. Da 15ª também não há material de arquivo.
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