Paulo Rogério B. Rocco
Domingo à noite. O termômetro já nem marcava mais nada. E nada, que eu digo, é frio pra caramba.
Peguei a programação da Seunit e corri os olhos. E lá estava ela, a me chamar, insistentemente: uma peça de teatro, “Einstein” (foto). Pelo currículo valia a pena: anos em cartaz em Sampa, viagens pelo exterior e prêmio Mambembe de melhor ator. Então vamos lá! A noite ainda prometia. Depois do gênio da relatividade, os gênios do rock-and-roll.
Cheguei na SAT. Lá estava o público, fiel e interessado do teatro tambauense, enfrentando a nevasca e o gelo (Nevasca? Gelo? – que exagero!) para acompanhar o dilema de um físico que não sabia se tocava violino ou ia para um jantar fazer um discurso. E que odiava meias (mesmo com aquele frio!).
Carlos Palma começa seu monólogo e por uma hora e 10 minutos, estamos diante de Albert Einstein. Em pouco tempo entendemos a Teoria da Relatividade e nos emocionamos com uma interpretação digna do Mambembe e de tantos outros prêmios. Técnica perfeita aliada a uma história envolvente. E um efeito final que nos mostrou o universo em um quadro negro. Com as estrelas fortes e acesas, como em uma bela noite de inverno.
Da Alemanha, Áustria e Nova York para Liverpool. O Catiguria virou o Cavern Club. De terninhos e cabelos cortadinhos, comportados, os Beatles subiram ao palco. Voltei a 1988 quando, na 25ª Seunit, trouxemos o “Beatles Forever” para cantar no Operário. Mas o frio cortou a lembrança e me trouxe novamente a este domingo.
Da fase “terninho” para o experimentalismo de “Sgt. Peppers”. As roupas e as músicas iam passando por 1966, 1967, até o “Let it Be” final. E não é que me espanto quando olho para trás e sou apresentado a Einstein em pessoa.
Países diferentes, gênios diferentes, embalados pela Caipirinha Mix e por um frio austríaco.
Foi um domingo e tanto. Saí de lá pensando que só faltava virar a esquina e dar de cara com o Elvis. Não aconteceu, mas acho que do Catiguria até minha casa, chutei uns dois pinguins.
Domingo à noite. O termômetro já nem marcava mais nada. E nada, que eu digo, é frio pra caramba.
Peguei a programação da Seunit e corri os olhos. E lá estava ela, a me chamar, insistentemente: uma peça de teatro, “Einstein” (foto). Pelo currículo valia a pena: anos em cartaz em Sampa, viagens pelo exterior e prêmio Mambembe de melhor ator. Então vamos lá! A noite ainda prometia. Depois do gênio da relatividade, os gênios do rock-and-roll.
Cheguei na SAT. Lá estava o público, fiel e interessado do teatro tambauense, enfrentando a nevasca e o gelo (Nevasca? Gelo? – que exagero!) para acompanhar o dilema de um físico que não sabia se tocava violino ou ia para um jantar fazer um discurso. E que odiava meias (mesmo com aquele frio!).
Carlos Palma começa seu monólogo e por uma hora e 10 minutos, estamos diante de Albert Einstein. Em pouco tempo entendemos a Teoria da Relatividade e nos emocionamos com uma interpretação digna do Mambembe e de tantos outros prêmios. Técnica perfeita aliada a uma história envolvente. E um efeito final que nos mostrou o universo em um quadro negro. Com as estrelas fortes e acesas, como em uma bela noite de inverno.
Da Alemanha, Áustria e Nova York para Liverpool. O Catiguria virou o Cavern Club. De terninhos e cabelos cortadinhos, comportados, os Beatles subiram ao palco. Voltei a 1988 quando, na 25ª Seunit, trouxemos o “Beatles Forever” para cantar no Operário. Mas o frio cortou a lembrança e me trouxe novamente a este domingo.
Da fase “terninho” para o experimentalismo de “Sgt. Peppers”. As roupas e as músicas iam passando por 1966, 1967, até o “Let it Be” final. E não é que me espanto quando olho para trás e sou apresentado a Einstein em pessoa.
Países diferentes, gênios diferentes, embalados pela Caipirinha Mix e por um frio austríaco.
Foi um domingo e tanto. Saí de lá pensando que só faltava virar a esquina e dar de cara com o Elvis. Não aconteceu, mas acho que do Catiguria até minha casa, chutei uns dois pinguins.

Tá, não fui ver o Einstein... aliás, tenho sido extremamente relapsa com minhas questões culturais... mas aquele Beatles Forever foi ótimo... recuerdos de Tambacurica...
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